Vitor Uemura
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Poemas
A coisa toda
A coisa
A vida que não deu certo
Abertura
Abro a porta e a janela
Aflora-te
Alcance
Algo
Ando triste
Apenas sinto
Aqui não sou
Aqui
Aquilo que não fui
Ausente
Bater de asas
Bela flor
Bolso
Brincar no vento
Busca
C'alma
Cachoeira em mim
Caixa de coisas bonitas
Caixa vazia
Caminhante
Caminhos da Lua Cheia
Casa
Cascas
Chama divina
Chave
Clima
Coisas do Vento
Confluência
Conhecimento
Contato Íntimo
Convivo
Corro
Couração
Dança entre mundos
De dentro pra fora
De dentro
De verdade
Desculas ao mar
Desdobramentos
Desfecho
Desmoronamento
Diferente dependente
Dissolvido
Dores e alegrias
Dreamworld
Eco
Embolado
Embrulho no peito
Enchevaziar
Entre a vida e vivê-la
Escrevesenhando
Espelhos
Espírito da floresta das contemplações
Estagnação
Eu não sei
Eu que passa
Eu sou o pássaro
Expressão do vazio
Fingir quem sou
Flores(ser)
Flutuação do tempo
Fora d’água
Força da natureza
Fugir
Horas
Horizonte
Ideia
Labirinto de espelhos
Limite
Livro do cume
Livro Repetido
Me habita
Morada
Movimento intercalado dos pés
Movimento
Muita arte é preciso
Mundo por dentro
Mundo secreto
Mínimas coisas da vida
Nao me sei
Nao sendo
Novo
Nuvens
Não dualidade
Não há em mim
O amor mais bonito
O elo
O lugar
O manto da noite
O observar
O que quero fazer
O tempo que me leva
O vento chama
Observiver
Olhos que não são meus
Ouvi um silêncio
Parede sólida
Parzinho
Passatempo
Personagens secretas de um mundo invisível
Presente presença
Presente
Processo inevitável
Propagar
Próprio mundo próprio
Pulsar essencial
Pulsar
Pôr do sol
Que não pode ser visto
Quebra-cabeça
Refaço-me
Rima lá em cima
Risca seu traço
Sem mim
Sementes
Sente que mudou
Ser inteiro em algo
Silêncio
Sinais da lua
Sinto muito
Sumido
Suspiro
Só consegui ser eu mesmo
Só ser
Tornar-se ponte
Transformar em flor
Transitório
Traço
Turvo
Um passo um traço
Vazio de dois
Vazio de vazio
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#poema
Vem a mim a ideia
de ser algo,
alguém,
e vem também
a contra-ideia,
de não ser nada
nem ninguém